Coloco minhas músicas para tocar, no shuffle, como de costume.
“Birds flying high you know how I feel Sun in the sky you know how I feel (…) It´s a new dawn, it´s a new day, it´s a new life, for me… And I´m feeling good…!”
A música é “Feeling Good”, na versão do Muse.
Providencial – afinal, é assim que me sinto. Borboletas se divertem à minha volta.
Várias analogias bestas surgem em minha cabeça. Sinto-me como se tivesse passado por uma cirurgia, sem anestesia. Na verdade, a cirurgia fui eu mesma quem realizou. De escolha própria, retirei um alien de dentro de mim. Sangrou como o quê. Foi a coisa mais difícil que já fiz na vida, admito. Mas escolhi assim: sofrimento expresso, “intensivão”, por assim dizer – do qual, em certos momentos, achei que não fosse sair inteira – ao invés de passar meses “arrastando correntes”, passando por frustrações, recaídas, um sofrimento lento e constante.
Andei sobre brasas, fiz um “peeling” no coração (olha lá as analogias!!) e agora estou aí, leve, nova, quase que nem acreditando ter passado pelo purgatório e voltado em menos de uma semana!!
(Você não imagina qual a sensação de não ter mais um "alien" dentro de si mesma! No mínimo, um alívio...)
Não, não me arrependo de nada. Não pretendo fingir que não aconteceu. Não vou apagar todos os vestígios desse sentimento visceral e intenso. Vou fazer um grande arquivo “zip”, gravar em um CD e guardar no fundo de uma gaveta. Faz parte da minha história, do “filminho da minha vida”. Agora posso dizer que já passei por um sentimento assim, dolorido. Que bom que passou..... mais uma experiência.
Mas, agora, que venha a leveza, o novo, a doçura... Acolho de volta meu sorriso, feliz por me reconhecer novamente...!
20.04.07
RedenÇÃO
Coloco minhas músicas para tocar, no shuffle, como de costume.
“Birds flying high you know how I feel
Sun in the sky you know how I feel
(…)
It´s a new dawn, it´s a new day, it´s a new life, for me…
And I´m feeling good…!”
A música é “Feeling Good”, na versão do Muse.
Providencial – afinal, é assim que me sinto. Borboletas se divertem à minha volta.
Várias analogias bestas surgem em minha cabeça. Sinto-me como se tivesse passado por uma cirurgia, sem anestesia. Na verdade, a cirurgia fui eu mesma quem realizou. De escolha própria, retirei um alien de dentro de mim. Sangrou como o quê. Foi a coisa mais difícil que já fiz na vida, admito. Mas escolhi assim: sofrimento expresso, “intensivão”, por assim dizer – do qual, em certos momentos, achei que não fosse sair inteira – ao invés de passar meses “arrastando correntes”, passando por frustrações, recaídas, um sofrimento lento e constante.
Andei sobre brasas, fiz um “peeling” no coração (olha lá as analogias!!) e agora estou aí, leve, nova, quase que nem acreditando ter passado pelo purgatório e voltado em menos de uma semana!!
(Você não imagina qual a sensação de não ter mais um "alien" dentro de si mesma! No mínimo, um alívio...)
Não, não me arrependo de nada. Não pretendo fingir que não aconteceu. Não vou apagar todos os vestígios desse sentimento visceral e intenso. Vou fazer um grande arquivo “zip”, gravar em um CD e guardar no fundo de uma gaveta. Faz parte da minha história, do “filminho da minha vida”. Agora posso dizer que já passei por um sentimento assim, dolorido. Que bom que passou..... mais uma experiência.
Mas, agora, que venha a leveza, o novo, a doçura... Acolho de volta meu sorriso, feliz por me reconhecer novamente...!
...and I´m feeling good
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